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GENERO INFORMATIVO

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FEIRA DE SANTANA-BA

Sete curiosidade do Flu de Feira que você precisa conhecer / Flu de Feira 4 X O Flamengo de Arcoverde / Bahia está no segundo lugar em analfabetismo / Minha casa minha vida em 2018 ameaçado / Giro Digital

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Flu de Feira vence o Flamengo de Arcoverde na série D em 2018

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Fluminense de Feira, foi até pernambuco para mas uma partida da série D é, se deu bem com 4 gols em cima do Flamengo Arcoverde/, agora espera o próximo jogo no Joia da princesa, contra o Campinense. Um jogo de 6 pontos.


Glauber Valente vídeo.

Com gols de Emílio Santana aos 5 minutos deu inicio a goleada Já Edjaison Nascimento pelos 32 ,45 Claudivan dos S.Bezerra finalizou ao 72 do segundo tempo.
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No dia 27 Flu de Feira e Campinense.

Nordeste tem os maiores índices de analfabetismo, aponta pesquisa do IBGE



No Nordeste brasileiro, as taxas de analfabetismo registradas em 2017 ficaram bem cima do índice nacional segundo o IBGE. No Brasil, 7% da população é analfabeta. O dado ilustra a realidade de 11,5 milhões de brasileiros sem saber ler e escrever. No Nordeste, o índice é quatro vezes maior que no Sul e Sudeste do país.

A Bahia registou, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no módulo Educação, a menor taxa de analfabetismo entre pessoas de 15 anos ou mais, com 12,7% da população. Alagoas é o estado com maior índice de analfabetos nessa faixa de idade com 18,2%.

Depois segue o Maranhão (16,7%), Piauí (16,6%) e Paraíba (16,5%) em 2017. O Ceará registou índice de 14,2% no analfabetismo. Segundo informações da redação O Povo Online, um total de um milhão de cearenses com 15 anos ou mais não sabe ler e escrever. O estado está entre os oito que detêm a maior da taxa de analfabetismo do Brasil. Apesar do número, houve queda de 6,8%, em 2017, comparada aos indicadores estaduais de 2016.

Depois da Bahia, o segundo estado nordestino com menor índice de analfabetos é Pernambuco, ainda assim são 13,4% da população com 15 anos de idade ou mais. Os menores indicadores do país estão no Rio de Janeiro (2,5%), Distrito Federal (2,5%), São Paulo (2,6%), Santa Catarina (2,6%) e Rio Grande do Sul (3%).

Sete curiosidades sobre o Fluminense de Feira que você precisa conhecer

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O estado da Bahia possui grandes times de futebol. Um dos maiores é o Fluminense de Feira Futebol Clube, da cidade de Feira de Santana. A jornada do fluminense de Feira começou no início da década de 40, e sua torcida vivenciou momentos memoráveis em campeonatos amadores, regionais e nacionais.
Quer saber mais sobre esse time baiano? Conheça 5 curiosidades sobre a sua história!

1. Fundação

Um grupo de jovens da cidade de Feira de Santana — que fica a 116 Km de Salvador —, fanáticos pelo Fluminense do Rio de Janeiro, deram o pontapé inicial para a fundação do Clube em 1º de janeiro de 1941. Daí a motivação não só do nome, mas também do escudo e das cores do time.

2. Mascote

Também conhecido como Touro do Sertão, o time feirense ganhou esse apelido por causo do seu mascote, que é um touro. Ele foi escolhido por representar força e poder, que são consideradas até hoje características do Fluminense de Feira.
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3. Estreia como um time profissional

Após se filiar à Liga Feirense, em 1944, e ganhar quatro vezes torneios amadores, em 6 de junho de 1954, o Touro do Sertão foi convidado pela Confederação da Bahia de Futebol a se tornar um time profissional. Sua estreia não foi nada mais nada menos do que contra o Vitória, no estádio de Fonte Nova, e o jogo terminou empatado 1 a 1.

4. Principais títulos

O Flu foi o primeiro time do interior baiano a participar do Campeonato Baiano, e surpreendeu dois anos depois de sua estreia, chegando a vice-campeão em 1956, contra o Bahia. E foi em 1963 que o título de campeão do campeonato estadual chegou para o time de Feira de Santana. Esse grande feito se repetiu em 1969, com a conquista do bicampeonato.
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5. Participação na Copa do Brasil

O Flu participou duas vezes da Copa do Brasil: em 1991, com a maior participação de um time do interior da Bahia na disputa, quando chegou às oitavas de final e acabou eliminado pelo Grêmio, do Rio Grande do Sul; e em 2003, quando jogou contra o Fluminense, do Rio de Janeiro. O Touro do Sertão conseguiu o empate em casa, com 1 a 1, levando o jogo para o Rio, mas não passou para a fase seguinte, e perdeu de 4 a 0.

6. Primeira divisão nacional

Após consagrar-se campeão baiano em 1963, o Fluminense de Feira ganhou o direito de disputar a extinta Taça Brasil, considerada o campeonato nacional da época. O time superou as expectativas e chegou a competir nas quartas de final, contra o Ceará. Na década seguinte, participou mais três vezes, em 1976, 1977 e em 1979.
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7. O quase título nacional

Em 1992, quando disputava a terceira divisão do campeonato brasileiro, o time alcançou a grande final contra Tuna Luso, time paraense. O Flu ganhou o primeiro jogo como mandante, por 2 a 0, e perdeu o segundo jogo por 3 a 1, em Belém. O Tuna Luso tinha a vantagem de empate, por ter feito uma campanha melhor durante o campeonato.
O Fluminense de Feira foi e é motivo de bastante orgulho para sua cidade natal, Feira de Santana, e para seus torcedores.
O clube, que já desbancou grandes nomes do futebol baiano e nacional, nas décadas de sessenta, setenta e noventa, é atualmente um dos grandes nomes do futebol do estado da Bahia, estando entre os principais times baianos, com forte representação nos campeonatos estaduais.
E aí, gostou de saber as curiosidades sobre o Fluminense de Feira? Conhece mais algum fato que não entrou na lista? Conte pra gente nos comentários!
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Minha Casa Minha Vida falta de recursos do governo federal ameaça o programa

Enquanto o presidente Michel Temer aproveita as entregas de moradias do Minha Casa Minha Vida como palanque, o orçamento do programa de habitação popular corre o risco de ficar sem recursos para a construção de nenhuma moradia destinada às famílias mais pobres, que ganham até R$ 1,8 mil por mês segundo o Estadão Conteúdo.

Na reunião da semana passada da junta orçamentária - que reúne os ministros da Fazenda, do Planejamento e da Casa Civil - foi avisado que, se o governo não conseguir reduzir as despesas obrigatórias, como pagamento de salários, previstas para o ano que vem, será preciso cortar uma série de programas sociais como as casas do programa.

Para contornar essa situação, os ministros da junta propuseram dar prioridade para a aprovação do projeto que acaba com a desoneração da folha de pagamento para alguns setores e adiar o reajuste dos servidores previsto para entrar em vigor em janeiro. A equipe econômica aceita que um número de setores maior fique fora do aumento da carga tributária. O governo gasta por ano R$ 16 bilhões para manter 56 setores com a desoneração.

Se conseguir adiar o reajuste de cerca de 370 mil servidores previsto para o ano que vem, seriam economizados R$ 5 bilhões. Faixa 1,5. As 50 mil unidades adicionais do MCMV anunciadas esta semana pelo presidente Michel Temer serão direcionadas exclusivamente à faixa 1,5 do programa - que atende famílias com renda de até R$ 2,6 mil e tem até 30 anos para pagar.

Nessa faixa, o FGTS financia 90% do valor e o governo arca com os 10% restantes. A expectativa é que as novas unidades prometidas para este ano custem até R$ 250 milhões ao Tesouro Nacional. Ao todo, para todas as faixas, o governo se comprometeu a começar a construção de 600 a 700 mil moradias do programa.

No ano passado, Temer já descumpriu a meta de contratar 170 mil moradias para os mais pobres. O governo iniciou a construção de apenas 23 mil moradias em 2017, apenas 13,5% da meta. A decisão de financiar apenas a faixa 1,5 foi determinada pelo debate que se arrastou por semanas entre a área política e econômica do governo.

Nessa discussão, a equipe econômica sempre lembrou da frágil situação fiscal e alertou que a ampliação do programa em R$ 9 bilhões neste momento prejudicaria as contas públicas, o que aumenta a chance de cortes no futuro. Alternativas. Para o vice-presidente de Habitação do Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo (Sinduscon-SP), Ronaldo Cury, a faixa 1 é fundamental para reduzir o déficit habitacional no País, junto com outras alternativas, como o pagamento de aluguel social.

Mas com restrição fiscal, ele defende que uma parte das famílias beneficiadas pague uma contribuição maior pelo imóvel, o que reduziria o custo do subsídio bancado pela União. O contemplado com uma casa da faixa 1 paga no máximo R$ 270 de prestação mensal, por 10 anos, sem juros. O ministro das Cidades, Alexandre Baldy, afirmou ao Estadão/Broadcast que "formalmente" não chegou ao ministro a escassez de recursos para o MCMV em 2019.

"Caso eventualmente haja falta de recursos, como ainda votaremos o orçamento de 2019, eu irei votar, o meu partido presidirá a CMO Comissão Mista do Orçamento, podemos recompor o que for importante para manter o programa levando moradias às famílias de baixa renda", disse.

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