O Spinner em foco
Um fidget spinner (também conhecido como hand spin e inquieteco) é um brinquedo giratório voltado para crianças e adolescentes. Tipo: Metal ou plástico. Um fidget spin básico é composto de um rolamento, no centro de um desenho feito a partir de uma variedade de materiais, incluindo latão, aço inoxidável, titânio, cobre e plástico. O brinquedo tem sido anunciado como algo que ajuda as pessoas que têm dificuldade para se concentrar ou inquietas (tais como aqueles com TDA, autismo, ou ansiedade), agindo como um mecanismo de liberação de energia nervosa ou estresse. Especialistas estavam divididos sobre esta afirmação, com algum apoio a ele, enquanto outros disputada sua base científica e argumentaram que o brinquedo, na verdade, pode causar mais distração.
Embora tenham sido inventados na década de 1990, os fidget spinners tornaram-se um brinquedo popular no início de 2017. Muitas vezes comercializados com benefícios para a saúde, o brinquedo começou a ser utilizado por crianças em idade escolar, resultando em algumas escolas proibindo a utilização dos spinners, argumentando que o brinquedo se tornou uma distração em sala de aula. Outras escolas estão permitindo que o brinquedo seja utilizado discretamente pelas crianças, a fim de ajudá-los a se concentrar.

Hand spinner é um brinquedo que serve como um amenizador da ansiedade e do estresse. Consiste num equipamento que quando impulsionado começa a girar constantemente na ponta dos dedos do seu usuário. Também é conhecido como fidget spinner ou fidget hand spinner.

Um hand spinner serve como uma ajuda para combater a ansiedade e diminuir o estresse, além de também ser útil para auxiliar as pessoas que desejam largar alguns vícios, como roer as unhas ou usar constantemente o smartphone, por exemplo.
Valor de R$ 8,00 A 45,00 reais.
Acima de tudo, o hand spinner pode ser considerado um passatempo que ajuda a manter as mãos ocupadas, sem fazer barulho. Funciona ainda como um objeto de distração, para os momentos de tédio ou de descanso, por exemplo.
Mesmo sendo considerado um "brinquedo", o hand spinner passou a ser popular principalmente em escritórios profissionais, como uma "técnica de relaxamento".
Embora nem todos os especialistas concordem com este uso, os hand spinners são muitas vezes promovidos como um brinquedo que ajuda a melhorar o foco e a concentração, especialmente em casos de crianças com défice de atenção ou autismo.
Tradução
Hand Spinner significa "girador de mão", sendo que hand significa "mão" e spinner, "girador".
Catherine Hettinger, engenheira química por formação, foi inicialmente creditada por algumas notícias de ter sido a inventora do brinquedo giratório, incluindo por meios de comunicação como O Guardian, O New York Times, e o New York Post. Hettinger depositado um pedido de patente para um "brinquedo de giro", em 1993. Hettinger, disse ao New York Post que a ideia para o brinquedo veio quando ela viu meninos jogando pedras em policiais em Israel. Em resposta ao que viu, ela queria desenvolver um brinquedo calmante que poderia ajudar as crianças a reprimir a energia e a "promover a paz". No entanto, ela contou ao The Guardian que as origens do fidget spinner veio quando ela estava sofrendo de miastenia gravis, uma doença auto-imune que causa fraqueza muscular. Não sendo possível brincar com a sua filha, ela começou a "jogar coisas em conjunto com jornal e fita", em um esforço para entretê-la. O brinquedo logo ganhou moderada popularidade quando ela começou a produção de pequena escala, em sua própria casa e vendeu sua invenção em feiras de arte, na Flórida.
Varas de Violência Doméstica e Familiar na Bahia mudam de nome segundo TJBA
A partir de agora, as varas de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher passam a ser denominadas Varas de Justiça pela Paz em casa, de acordo com informação divulgada pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA). A alteração foi proposta pela desembargadora Nágila Maria Sales Brito, responsável pela Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça Bahia.
Dessa forma as unidades passam a compartilhar a denominação do programa permanente do Conselho Nacional de Justiça, criado pela presidente do órgão e do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, com o objetivo de aprimorar e tornar mais célere a prestação jurisdicional em casos de violência doméstica e familiar contra a mulher.
Desta foma, a 3ª Vara que será instalada na sede do Centro Universitário Jorge Amado (Unijorge), no próximo dia 18, já terá esta denominação, conforme resolução, assinada pela presidente do Tribunal de Justiça da Bahia, desembargadora Maria do Socorro Barreto Santiago e publicada na última quinta-feira (10) do Diário da Justiça Eletrônico (DJE) segundo informações do Bocão News.
“Parcerias como esta com a Unijorge são muito importantes para o Judiciário para que possamos dar aos cidadãos uma prestação jurisdicional mais ágil e eficaz”, disse a desembargadora. O reitor da Unijorge, Guilherme Marback Neto acredita que a unidade que será instalada na instituição aproxima a sociedade do Poder Judiciário e fortalece ainda mais a formação do corpo discente do Centro Universitário.
“Teremos ainda mais força na formação dos nossos alunos que participarão ativamente nos atendimentos, em direção à construção de uma sociedade mais humana, em que profissionais do Direito, Psicologia e Serviço Social atuem em conjunto na solução de conflitos”, avalia.
O documento assinado pela presidente do TJ-BA segue os conceitos definidos pela Lei Maria da Penha e também determina que os novos feitos relativos à violência doméstica e familiar em Salvador sejam distribuídos nos termos delimitados pela Corregedoria Geral de Justiça.
Grávida que estava desaparecida é encontrada morta na cidade de Macaúbas, diz polícia
Uma mulher grávida que sumiu na quarta-feira (9), após sair de casa para fazer um pré-natal, na cidade de Macaúbas, região sudoeste da Bahia, foi encontrada morta no domingo (14), em um matagal na saída do município, de acordo com a Polícia Militar. O dono do terreno encontrou o corpo e chamou a polícia.
Segundo a PM, o corpo já estava em estado de decomposição. O marido da mulher, Idernon Alves, fez o reconhecimento da vítima, por conta das roupas e pertences que estavam com o corpo. O corpo de Tatiane Santos Silva foi encaminhado para o Departamento de Polícia Técnica de Bom Jesus da Lapa.
O motivo da morte ainda é desconhecido e deve ser investigado pela Polícia Civil. Tatiane estava com dois meses de gestação e seria atendida em uma unidade de saúde do município, mas não chegou a fazer o procedimento. A família da gestante estava desesperada com o desaparecimento. De acordo com informações do marido de Tatiane, o último contato que ele teve com a mulher foi por volta das 12h de quarta-feira, durante o almoço.
Em seguida, segundo Idernon, ele saiu para trabalhar, na zona rural da cidade, e a mulher ficou em casa sozinha, se preparando para a consulta, que ocorreria às 14h. Conforme Idernon, Tatiane chegou a falar com amigas por redes sociais pouco antes de desaparecer. A última mensagem da gestante teria sido enviada por volta de 13h50.
Depois disso, o celular de Tatiane foi desligado e a família não conseguiu mais falar com ela. Com o sumiço, os familiares procuraram a Delegacia de Macúbas para registrar uma ocorrência. Segundo o marido de Tatiane, ela estava bem e aparentemente feliz com a gravidez do primeiro filho do casal. Além do bebê que estava esperando, Tatiane tinha um filho de outro relacionamento, que morava com ela e o marido.
Feira de Santana: Mulheres são presas suspeitas de atearem fogo em homem
Mônica Maria da Silva, de 41 anos e Maria Daniele Camilo do Nascimento, de 28 anos foram presas por policiais da 66ª Companhia Independente de Polícia Militar (Peto 66ª CIPM), na noite deste último sábado (12), suspeitas de tentativa de homicídio contra Deraldo Miranda Rios, de 46 anos.
Deraldo Miranda deu entrada no Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), por volta das 22h10, socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) na Rua Papa João XXIII com queimaduras generalizadas enquanto dormia provocadas por líquido inflamável. Segundo a polícia, Mônica e Maria Daniele são as autoras do crime.
Uma irmã da vítima informou que Mônica e Deraldo mantinham um relacionamento e moravam em um quarto alugado na rua onde o crime aconteceu. As mulheres foram localizadas pela polícia no bairro Queimadinha e encaminhadas para a delegacia. Ainda não há informações do que motivou o crime. O caso será investigado pela Polícia Civil. Com informações do repórter Ed Santos do Acorda Cidade.
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