https://zeno.fm/radio-sertao-digital/ Timbalada vem com Paula Sanffer / Corpo de homem é encontrado no bairro Jardim acácia / Briga por viaduto da Av. Paralela / Justiça indefere a exumação do corpo de Gabrielly /Giro de Notícias

GENERO INFORMATIVO

GENERO INFORMATIVO
FEIRA DE SANTANA-BA

Timbalada vem com Paula Sanffer / Corpo de homem é encontrado no bairro Jardim acácia / Briga por viaduto da Av. Paralela / Justiça indefere a exumação do corpo de Gabrielly /Giro de Notícias

TV FEIRA SHOW

Timbalada vem com  Paula Sanffer de Feira de Santana á frente da banda 

Novos integrantes da banda Timbalada já estão á frente da música, com a saída dos cantores antigos como Millena Moura e Denny no mês de junho, veio a nova formação Paula Sanffer ,Rafa Chagas e Buja Ferreira que terá a missão de comandar o sucesso antigos e novos da banda Timbalada.
A presentação ficou por parte de Carlinhos Brown  que anunciou os três cantores em  noite com show.
Nova Formação em 2017

Paula Sanffer que participou da quarta temporada do The Voice Brasil é baiana de Feira de Santana, e participou da banda Mukindala projeto do próprio Carlinhos Brown em 2016.
Ela, vem com gingado e molejo juntos com o reggae da Rua Nova onde existe uma comunidade forte e guerreira representando, o povo negro de Feira.
O grupo entrou de mãos dadas com o Cacique Carlinhos Brown para dá inicio ao projeto da Banda.
Na,Rua Nova temos muitos talentos a exemplo de Zé das Congas, produtor e fabricantes de instrumentos musicais na região da cidade,Princesa do Sertão. 


O TV Feira Show em entrevista antes da Timbalada com Jackson fane.
Paula Sanffer.

Corpo de homem é encontrado no bairro Jardim acácia em Feira de Santana



A Polícia Civil em Feira de Santana registrou nesta sábado (8) um crime de homicídio contra um homem, identificado como Érico Conceição dos Santos, 22, que foi encontrado no interior de um terreno baldio, na Rua Tafarel, bairro Jardim Acácia.


Segundo a Polícia, a vítima estava realizando a descarga de um caminhão, na companhia de outros jovens, quando foi surpreendido por suspeitos, que estava em um veículo modelo GM/Corsa, preto. Os suspeitos estavam armados e atiraram contra o grupo, deixando uma vitima fatal e outro ferido, identidade ignorada, que foi socorrido ao Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA).

O corpo da vítima fatal foi levado para a sede do Departamento de Polícia Técnica (DPT), localizado no Complexo Polícia Investigador Bandeira, no bairro Jomafa.

Com informações e fotos de Marcos Valentim- Boca de Zero Nove.

Briga por viaduto da Av. Paralela é uma amostra da maturidade política do Brasil


José é uma pessoa comum. Aos 22 anos, ele começa o dia perto das 6h da manhã. Acorda cedo, toma banho, come um pão com manteiga e o café preparado pela mãe antes de sair para procurar emprego. Usa o celular que comprou com o dinheiro guardado dos bicos que fez nos últimos três anos, sem carteira assinada, para ler notícias, usar o Facebook e, de vez em quando, procurar contatinhos no Tinder.

Não quer compromisso com ninguém. Sabe que precisa arrumar um trabalho para propor um namoro. Afinal, ele é um romântico à moda antiga – mas que já aceita dividir a conta do restaurante e até do motel (esse último foi difícil, mas ele admite que é necessário evoluir). José ficou assustado ontem. Passava pela Avenida Paralela, voltando da casa de um amigo, rumo à Estação Mussurunga.

Viu de longe um momento de tensão entre agentes da Transalvador e policiais militares. Não entendeu nada. Ficou se perguntando que diabos estaria levando a um desentendimento servidores públicos que ajudam a melhorar o tráfego em diversos momentos do dia-a-dia dele. Lógico que ele não esquece das vezes que a Transalvador criou uma barreira que causou engarrafamento e fez ele perder uma entrevista de emprego.

Eles estavam fazendo o trabalho dele. E também não ficou chateado quando uma blitz da PM não deixou ele chegar a tempo numa dinâmica de grupo. Também estavam fazendo o trabalho deles. Mas o que diabos acontecia num domingo, num viaduto com cheirinho de novo, envolvendo agentes de trânsito e policiais militares? José sacou o celular do bolso – na manha, claro, porque pegar o celular no busu não é para os fracos – e olhou as notícias.

Ele lê de tudo. Não é desses que fica preso em apenas um site, apesar de gostar do Bahia Notícias. Leu lá que a Transalvador tentou liberar o tráfego no viaduto nas imediações do Shopping Paralela. E que viaturas da Polícia Militar não deixaram. Viu que o moço da Transalvador, que ele não lembra o nome, disse que o viaduto não foi inaugurado por “capricho” do governador Rui Costa.

E leu que o prefeito ACM Neto estava tentando “roubar” uma obra do governo do estado para dizer que foi a prefeitura que fez. Ele custou a acreditar que tinha lido essas histórias. José é um garoto politizado. Sabe que governo e prefeitura têm obrigações e que uma briga por uma viaduto era quase a mesma coisa que os irmãos dele, de 7 anos e de 9 anos, se engalfinhando por causa do castelo de areia que eles fizeram na Ribeira quando estavam de férias no verão.

O mais velho dizia que fez o maior, mas que a água levou. O mais novo dizia que fez o maior e mostrava que ele esteve pronto, porém o mais velho derrubou. José duvidava que o viaduto era o motivo da briga de Rui e ACM Neto. Mas, se estava na internet, era verdade. É o que a avó dele diz. Ele não discute com a avó, que o criou junto com a mãe. José passou pelo viaduto da Avenida Paralela. Deixou aquela briga da Transalvador e da PM para trás.

Esqueceu que leu que auxiliares do prefeito e do governador estão batendo boca na imprensa por um motivo parecido com o castelo de areia dos irmãos. Hoje – ou terça -, ele vai passar por aquele lugar de novo e o viaduto vai estar liberado. José vai seguir procurando emprego e uma oportunidade. E nada vai mudar na vida dele. É um personagem inventado, que pode ser qualquer um. Tão inventado quanto essa crise criada pela inauguração de uma viaduto de Salvador.

Justiça indefere pedido de exumação do corpo de menina encontrada morta em Feira


A Justiça baiana indeferiu o pedido de exumação do corpo de Gabrielly Gomes Santana, que desapareceu em janeiro deste ano em Feira de Santana, a 116 quilômetros de Salvador, e foi encontrada morta em abril. A decisão foi da  juíza Márcia Simões Costa, titular da Vara do Júri de Feira de Santana.

A decisão foi apresentada no final da tarde de sexta (7) ao delegado João Rodrigo Uzzum, coordenador da 1ª Coordenadoria de Polícia do Interior (1ª Coorpin). O pedido de exumação foi apresentado pela defesa da família da criança, após comparar fotos da menina com imagens do Departamento de Polícia Técnica (DPT).

O delegado João Rodrigo Uzzum afirmou que o questionamento da família não procede e que a Polícia Civil anexou todo o trabalho de perícia, laudos, exame de DNA referente à ossada para que não existissem dúvidas. O delegado destacou ainda que a polícia ainda continua a investigação para identificar o autor do crime e lamentou a dor da família, segundo informações do Acorda Cidade.

“Felizmente o Ministério Público deu o parecer indeferindo a exumação e hoje saiu a sentença da juíza indeferindo o pedido de exumação da ossada. Nosso objetivo é chegar ao autor do crime e também entendemos a angústia de toda a família. Os pais sempre têm esperanças de encontrar seus filhos com vida. Mas, essa é uma verdade científica que tem que ser encarada”, afirmou Uzzum.
 

Postar um comentário

0 Comentários