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GENERO INFORMATIVO

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FEIRA DE SANTANA-BA

Pânico próximo do Shopping Boulevard em Feira de Santana / Fluminense de Feira eliminado pela a Juazeirense / Ex-doméstica se forma em Direito /Giro de Notícias

TV FEIRA SHOW

Pânico próximo do Shopping Boulevard em Feira de Santana 

Uma facção tenta assassinar um rival próximo ao Shopping em Feira.

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Tudo aconteceu no horário na noite deste sábado, quando o shopping tem um movimento considerado devido as opções de lazer na cidade, foi quando um elemento saiu correndo levando pânico e terror para as pessoas que estava no lado de fora do estabelecimento,correrias e gritos de um jovem com arma de fogo na cintura, os seguranças tentaram perseguir mas o jovem  conseguiu escapar.
O sinistro de terror teve como enredo uma facção rival em briga com a outra,muitas das pessoas correram para dentro do estabelecimento e próximo da entrada, entre,  AV, João Durval, foi tudo tão rápido que muitos saíram logo para sua residência segundo, uma pessoa que estava no ponto de ônibus. 
Além disso, o Boulevard Shopping, tem câmara e seguranças disse, um funcionário.
TV Feira Show.

 Fluminense de Feira eliminado pela a Juazeirense 

Com um time abaixo da média o Flu de Feira, foi até
 o Adalto Morais para enfrentar a equipe da Juazeirense.
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Mesmo com o empate em 3x3 no jogo de ida das oitavas de final da Série D, 
Juazeirense e Fluminense de Feira voltaram a se enfrentar na noite deste sábado (29), no estádio Adauto Moraes, em Juazeiro, para definir qual seria o representante baiano entre os oito melhores times do campeonato. E deu Juazeirense. Com o regulamento embaixo do braço, a equipe ficou no empate em 0x0 e se classificou por causa dos gols marcados fora de casa. O adversário da próxima fase será o América de Natal. 
O primeiro tempo foi dominado pelo Touro do Sertão, principalmente com as investidas do atacante Katê. Em uma delas, por sinal, o goleiro Tigre levou um susto danado. Katê recebeu, mandou uma bomba e a bola explodiu na trave. Por pouco o Flu de Feira não abriu o placar. O time tricolor, com um bom toque de bola, tentava chegar na área adversária. Os donos da casa, por sua vez, encontraram dificuldade para furar a marcação rival.  

Juazeirense está entre os oito melhores times da Série D (Foto: Divulgação/Juazeirense)
No intervalo, o zagueiro Silvio, da Juazeirense, analisou o desempenho do time. “Conseguimos segurar, mas temos que melhorar muito no segundo tempo e corrigir os erros”, disse ele em entrevista à Rádio Juazeiro AM. 
Após a chuveirada no vestiário, o panorama continuou o mesmo. Precisando do triunfo, o Fluminense aumentou a pressão. A Juá, por sua vez, tentava segurar e contava com o apoio dos mais de 1,9 mil torcedores que compareceram ao estádio.  
No fim, João Neto quase marcou o gol da classificação do Flu de Feira, mas não deu. A Juazeirense agora está a dois jogos de subir pra Série C.
Correios da bahia

Ex-doméstica se forma em Direito, é aprovada na OAB e almeja ser juíza


A esperança de transformar a vida profissional fez com que a advogada Maria Aloísia Jesus dos Santos, de 30 anos, conciliasse o trabalho de doméstica, que conhece desde a infância, com a faculdade de Direito. Mesmo sem qualquer incentivo familiar para estudar, a jovem da zona rural de Valença, no Baixo Sul da Bahia, não desistiu do sonho. Ela, que mora em Salvador, jamais perdeu uma matéria no período da graduação, e após cinco anos, tempo do curso de Direito, conquistou a tão sonhada formatura na quarta-feira (26). 

Aluna dedicada, após madrugadas em claro, Maria estreou no exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em fevereiro deste ano, e foi aprovada. Ela conta que intensificou os estudos quando soube que poderia fazer o exame antes mesmo de se formar.“Criei uma meta, comprei vários cadernos e comecei a estudar nas madrugadas”, revelou. Apesar da conclusão do curso de Direito e da realização profissional, o sonho dela não para. O desejo da advogada é ser juíza. 

Homem é assassinado a tiros no Tomba em Feira de Santana

No inicio da tarde desta quarta-feira (26-07-17), por volta de 12 horas, Marcelo Paiva Santos, de 28 anos, que residia na Rua Solidade, no bairro Tomba foi assassinado com vários tiros a tiros, na varanda de um bar, localizado na 1ª Travessa Touring, no bairro do Tomba em Feira de Santana.

Segundo informações do site Polícia Viola, dois homens desconhecidos, se aproximaram da vitima, onde um sacou a arma da cintura e efetuou os disparos acertando a cabeça, a face e o ombro esquerdo. Uma guarnição da 67ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), foi acionada, de imediato chegou ao local, mas não conseguiram localizar os criminosos que fugiram tomando rumo ignorado.

PM identifica tatuagens eleitas pelas facções criminosas da Bahia em cartilha; veja

Novo estudo feito por capitão da Polícia Militar aponta desenhos, letras e símbolos escolhidos pelas principais facções em atuação no estado
No mundo do crime, uma simples tatuagem é, antes de um recurso estético, uma marca de pertencimento. Símbolos, letras, números e até desenhos infantis e religiosos servem para identificar a qual grupo criminoso pertence um indivíduo.
Um pentagrama, por exemplo, é usado por membros da  facção Katiara. Um mago pode significar que a pessoa faz parte do grupo Caveira. Já o desenho do escorpião é comumente usado por integrantes das quadrilhas CP (Comando da Paz) e PCC (Primeiro Comando da Capital), facção paulista com forte influência na Bahia.
Essas informações fazem parte de um novo estudo realizado pelo capitão da Polícia Militar Alden José Lázaro da Silva, do Departamento de Polícia Comunitária e Direitos Humanos. Há mais de 10 anos, ele se dedica a traduzir o significado de imagens desenhadas nos corpos de presos e suspeitos de crimes na Bahia e é o autor da Cartilha de Orientação Policial, adotada pela PM baiana, que está sendo atualizada.
“Durante o primeiro estudo, tínhamos conhecimento de que havia um certo padrão, mas essas facções, como Caveira e a Katiara, não eram muito famosas. A partir da cartilha, catalogando as imagens, foi possível cruzar as imagens com os relatos”, explicou capitão Alden, que usou como fontes outros policiais e também os suspeitos de envolvimentos com as organizações criminosas.
TatuagensRepresentada comumente por um pentagrama, a turma da Katiara, facção fundada por Adilson Souza Lima, o Roceirinho, recém-transferido para o presídio de Campo Grande (MS), também costuma usar a letra K para se identificar.
Segundo o capitão Alden, a quadrilha buscou influência nas gangues que atuam na América Latina, como Los Zetas, e na máfia russa, que costumam tatuar estrelas nos ombros e joelhos. Outra forma de identificação são as iniciais KT —  normalmente nas mãos. 
Grafite de pentagrama com letra K ao centro: símbolos da Katiara
Fotos: Capitão Alden / Divulgação
A Caveira, além do desenho do  crânio, tem como identificação um mago – referência ao chefe do grupo, Genildo Lino da Silva, o Perna, que está no Presídio Federal de Catanduvas (PR). O bando utiliza de símbolos associados ao PCC, como a carpa e o número 1533 (referente à ordem das letras no alfabeto: P-15 C-3 C-3) e o yin yang (segundo a filosofia chinesa, representa o bem e o mal).
Já o CP, liderado por Cláudio Campanha, também custodiado em Catanduva, tem como representação o escorpião, a expressão “Tudo 2”, que significa tudo CP (o número 2 faz referência à quantidade de letras da sigla) e o número 315 (referente à ordem das letras no alfabeto C-3 P-15).
De acordo com a pesquisa, 35% das tatuagens são feitas dentro  dos  presídios. A Secretaria da Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap) informou que desconhece tal prática e que, se realizada, é de forma artesanal, com o uso de canetas, por exemplo.  
Outras marcasA simbologia no meio do crime nem sempre está cravada na pele. “Temos encontrado cortes de cabelo que evidenciam a possível ligação de um indivíduo a facções”, indica capitão Alden. Outra forma de identificação visual é a pichação em muros e imóveis.
"No primeiro estudo, facções como Caveira e Katiara não eram famosas", diz capitão Alden,  autor da pesquisa (Foto: Carla Ornelas/GOVBA)
O estudo apontou que é comum encontrar pichações da Caveira em Pau da Lima, Pernambués (Saramandaia), Federação (Lajinha), Bairro da Paz, Liberdade, Calabar, Santa Cruz (Boqueirão), Cajazeiras, Mussurunga, Itapuã e nas cidades de Itabuna, Madre de Deus, Feira de Santana e Lauro de Freitas.
Já o CP tem predominância na maior parte de extensão da Avenida Suburbana, Cosme de Farias, Bate Coração (Paripe), Campinas de Brotas. As marcas da Katiara são mais comuns   em Valéria, Águas Claras, Lobato e em municípios do Recôncavo.
AbordagemCerca de 50 mil fotos foram coletadas pelo capitão: elas vêm de presídios e delegacias, instituto médico-legal, jornais, revistas e redes sociais – somado a entrevistas com detentos. “Mas a tatuagem não é um fator predominante para se prender alguém. O estudo serve para aguçar a curiosidade do policial em abordar uma pessoa que tem uma tatuagem supostamente relacionada ao crime”, declarou o capitão.
De acordo com o delegado Alexandre Narita, coordenador da unidade de Narcóticos do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco), as investigações não se baseiam somente em tatuagens. “Muitos utilizam  tatuagens que sugestionam algum grupo criminoso para se autoafirmar. No contexto, pode ser levado em consideração, mas não é fato que se deva considerar”.
Tatuador há 12 anos, Diego Rangel diz que tem que haver preocupação para não ocorrer uma estigmatização. “A carpa (usada pelo PCC), por exemplo, significa perseverança na cultura oriental, porque (segundo uma lenda) sobe no sentido contrário de uma cachoeira e depois se transforma em um dragão”, ilustrou.
Símbolos têm forte influência de quadrilhas gringasPalhaços, índias, serpentes, polvos, aranhas, peixes, anjos, santos e demônios são figuras comuns nas unidades prisionais brasileiras, mas também identificadas em penitenciárias de outros países.
Segundo o primeiro estudo do capitão Alden Silva, que  detalhou os significados de 36 imagens associadas a crimes específicos, tatuagens identificadas em detentos nos EUA e Rússia, por exemplo, também eram comuns no Brasil.
Tatuagem de palhaço é associada a roubo e assassinato de policiais
(Foto: Capitão Alden/Divulgação)
Os símbolos mais recorrentes são palhaços (associados a roubo e morte de policiais), magos ou duendes (comuns entre traficantes).  A pesquisa identificou ainda a presença de personagens infantis, como o Demônio da Tasmânia, o Papa-Léguas e, aqui no Brasil, o Saci-Pererê.
O primeiro desenho sugere envolvimento com furto ou roubo e está associado também a arrastões. Já o Papa-Léguas indica criminosos que usam moto para transportar drogas. O Saci também tem relação com o  tráfico: quem a ostenta cuidaria do preparo e distribuição de drogas.
Segundo o capitão da PM, que ficou conhecido no mundo inteiro pelo trabalho de reconhecimento das imagens, após reportagens internacionais, a importância do estudo, que deu origem à cartilha, é também ajudar a garantir a segurança do policial, no caso de tatuagens relacionadas a mortes de PMs.  “É mais uma ferramenta de reconhecimento de suspeitos”, disse, citando as imagens de carpas - peixes frequentemente associados ao PCC. 
Moradores de áreas sob domínio do tráfico evitam certos símbolosDe acordo com o tatuador Diego Rangel, há receio de algumas pessoas em tatuar desenhos como caveira, carpa ou palhaço, temendo ser associadas a integrantes de facções criminosas.
“Normalmente, o cliente comenta que queria fazer uma carpa, mas desiste porque onde mora teme ser confundido com alguém envolvido com o crime”, contou ele. Segundo Rangel, que tem um estúdio na Pituba, esse comportamento é de um público específico.
“São pessoas que moram em regiões periféricas, onde são abordadas o tempo todo por policiais. Isso gera um certo receio”, comenta. “Um rapaz que mora na Pituba não tem esse problema porque a situação em questão não faz parte de sua realidade”, completa Rangel, que conheceu bem essa realidade das abordagens nas zonas periféricas.
“Morei na localidade de Km 17, em Itapuã; sei o que são as abordagens, do receio do tatuado de imaginarem o que ele não é”, pontuou. 
A jornalista Doris Miranda, 44, tem desenhado no braço direito o símbolo da contracultura nos anos 50: uma caveira. “Porque é símbolo que representa bem o rock’n’ roll”, explica. 

Ela mostrou-se preocupada com o fato de a polícia ter como base de abordagem pessoas tatuadas. “Embora venha se expandindo, a tatuagem não pode ser estigmatizada. É retroceder violentamente”, declarou Doris, que fez a sua primeira tatuagem, uma Mônica, quando tinha 27.
“Naquela época, havia o estigma de que  tatuado era mal visto. Só fiz depois que meu pai morreu”, contou ela, que hoje tem mais de 20 desenhos espalhados pelo corpo.  

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