Biometria com esquema especial para o interior da Bahia
São 34 cidades baianas terão esquema especial em atendimento de recadastramento
A partir desta sexta-feira (15/2), os municípios em fase de recadastramento obrigatório deverão adotar esquema especial de atendimento. A medida, pensada para suprir as necessidades do eleitorado na reta final da revisão biométrica, faz parte do esforço do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE) para biometrizar os 400 mil eleitores que ainda não realizaram o procedimento.
A determinação inclui o atendimento espontâneo, quando não há necessidade de agendamento ou senha, com garantia de atendimento para todos os eleitores que chegarem aos cartórios ou postos dentro do horário de funcionamento da Justiça Eleitoral, das 8h às 18h. Para as zonas eleitorais com percentuais ainda muito baixos, o esquema especial contará ainda com funcionamento dos postos aos sábados e domingos.
O plantão foi anunciado pelo presidente do Eleitoral baiano, desembargador José Edivaldo Rocha Rotondano, na quinta-feira (14), e atinge, inicialmente, Simões Filho e Lauro de Freitas, municípios que vêm apresentando alta procura por parte dos eleitores. Nas 34 cidades em fase obrigatória da revisão, o prazo para a realização do recadastramento será encerrado no próximo dia 22 de fevereiro, sem previsão de prorrogação segundo o Correi
Suspeito de matar manicure dentro de salão no calumbi é condenado a 14 anos de prisão
O homem suspeito de matar uma manicure de 15 anos dentro do salão de beleza em que ela trabalhava, na Bahia, foi condenado a 14 anos de prisão, em julgamento realizado nesta quinta-feira (14). O crime ocorreu em 2014, no município de Feira de Santana.
Segundo o Ministério Público da Bahia (MP-BA), Georgiton Santos da Silva, de 32 anos, simulou um assalto e matou a jovem Tainara Moreira Azevedo, que trabalhava no estabelecimento há 3 anos.
O suspeito, que também é conhecido como Maguila, matou a adolescente a mando de um homem chamado Valney, que morreu há dois anos numa troca de tiros com a polícia. O motivo do crime não foi divulgado. Na época do crime, ele foi preso com dois celulares roubados no salão, e confessou ter matado a jovem. A defesa de Georgiton disse que vai recorrer da decisão da Justiça.
G1 Bahia com foto TV Subaé.
Segundo o Ministério Público da Bahia (MP-BA), Georgiton Santos da Silva, de 32 anos, simulou um assalto e matou a jovem Tainara Moreira Azevedo, que trabalhava no estabelecimento há 3 anos.
O suspeito, que também é conhecido como Maguila, matou a adolescente a mando de um homem chamado Valney, que morreu há dois anos numa troca de tiros com a polícia. O motivo do crime não foi divulgado. Na época do crime, ele foi preso com dois celulares roubados no salão, e confessou ter matado a jovem. A defesa de Georgiton disse que vai recorrer da decisão da Justiça.
G1 Bahia com foto TV Subaé.
Depois de um procedimento clínico de endoscopia paciente passa mal e vem a óbito
Já,seu corpo é levado para sua casa pelo Samu e deixado em um sofá, a Delegacia assumiu a investigação.
O paciente de 51 anos passou mal durante um procedimento de endoscopia á veio a óbito nesta, quarta-feira (13), em uma clínica localizada na cidade de Feira de Santana, a cerca de 100 km de Salvador.
Em seguida, o corpo do paciente foi transportado para casa da família dele por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que havia sido acionado para prestar socorro.
O caso foi denunciado pelos familiares do homem para a Polícia Civil, que investiga a situação.
De acordo com a família, o homem morreu por volta das 11h da quarta-feira, no Instituto de Doenças do Aparelho Digestivo (Idad). Edilberto Lopes Batista estava realizando a endoscopia, por conta de dores no estômago, quando se sentiu mal.
A clínica acionou o Samu para atender o paciente, mas, ao chegar no local, a equipe constatou que o homem havia morrido. Em seguida, o corpo de Edilberto foi levado para casa e colocado no sofá da sala da família.
"O Samu já deixou o corpo dentro da residência sem comunicar a ninguém. Largou lá como se fosse um indigente, como se não existisse familiar. E mandou que a família fosse buscar um atestado de óbito lá no Samu", disse Jodailton de Almeida, cunhado de Ediberto.
Sem entender o que estava acontecendo, familiares de Edilberto acionaram a polícia. Uma equipe do Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Feira de Santana esteve no local e fez a remoção do corpo do homem. Edilberto foi enterrado na tarde desta quinta-feira (14), no Cemitério São joão Batista, em Feira de Santana, sob muita comoção.
Os familiares de Edilberto contam que ele não tinha nenhum problema de saúde, e tentam entender o que houve. Segundo a família, nenhum explicação foi dada pela clínica e nem pelo Samu. A situação está sob investigação da 2ª Delegacia de Feira de Santana, onde o caso foi registrado.
"Prestamos queixa e vamos correr atrás, vamos lutar por aquilo que fizeram com o corpo de meu irmão", contou Miguel Arcanjo Batista, irmão de Ediberto.
De acordo com a delegada Bianca Torres, que apura o caso, foi pedido um laudo de necropsia para apurar as causas da morte de Edilberto. A delegada informou também que vai ouvir a família, os médicos do Samu que estavam no plantão e a equipe que fez o exame da vítima.
A reportagem da TV Subaé tentou gravar entrevista com o Samu, mas a direção do órgão preferiu divulgar uma nota, informando que a médica que atendeu Edilberto considerou que a morte do paciente teria sido natural e, nesse caso, o procedimento é entregar o corpo à família.
Já a clínica que realizou o exame disse, em nota, que a endoscopia foi feita sem nenhum problema e só depois o paciente teve uma parada cárdio respiratória.
O estabelecimento informou também que tentou reanimar Edilberto e acionou o Samu, que continuou o atendimento, mas não teve êxito.
G1 Bahia- Foto: Reprodução/TV Subaé.
Em seguida, o corpo do paciente foi transportado para casa da família dele por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que havia sido acionado para prestar socorro.
O caso foi denunciado pelos familiares do homem para a Polícia Civil, que investiga a situação.
De acordo com a família, o homem morreu por volta das 11h da quarta-feira, no Instituto de Doenças do Aparelho Digestivo (Idad). Edilberto Lopes Batista estava realizando a endoscopia, por conta de dores no estômago, quando se sentiu mal.
A clínica acionou o Samu para atender o paciente, mas, ao chegar no local, a equipe constatou que o homem havia morrido. Em seguida, o corpo de Edilberto foi levado para casa e colocado no sofá da sala da família.
"O Samu já deixou o corpo dentro da residência sem comunicar a ninguém. Largou lá como se fosse um indigente, como se não existisse familiar. E mandou que a família fosse buscar um atestado de óbito lá no Samu", disse Jodailton de Almeida, cunhado de Ediberto.
Sem entender o que estava acontecendo, familiares de Edilberto acionaram a polícia. Uma equipe do Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Feira de Santana esteve no local e fez a remoção do corpo do homem. Edilberto foi enterrado na tarde desta quinta-feira (14), no Cemitério São joão Batista, em Feira de Santana, sob muita comoção.
Os familiares de Edilberto contam que ele não tinha nenhum problema de saúde, e tentam entender o que houve. Segundo a família, nenhum explicação foi dada pela clínica e nem pelo Samu. A situação está sob investigação da 2ª Delegacia de Feira de Santana, onde o caso foi registrado.
"Prestamos queixa e vamos correr atrás, vamos lutar por aquilo que fizeram com o corpo de meu irmão", contou Miguel Arcanjo Batista, irmão de Ediberto.
De acordo com a delegada Bianca Torres, que apura o caso, foi pedido um laudo de necropsia para apurar as causas da morte de Edilberto. A delegada informou também que vai ouvir a família, os médicos do Samu que estavam no plantão e a equipe que fez o exame da vítima.
A reportagem da TV Subaé tentou gravar entrevista com o Samu, mas a direção do órgão preferiu divulgar uma nota, informando que a médica que atendeu Edilberto considerou que a morte do paciente teria sido natural e, nesse caso, o procedimento é entregar o corpo à família.
Já a clínica que realizou o exame disse, em nota, que a endoscopia foi feita sem nenhum problema e só depois o paciente teve uma parada cárdio respiratória.
O estabelecimento informou também que tentou reanimar Edilberto e acionou o Samu, que continuou o atendimento, mas não teve êxito.
G1 Bahia- Foto: Reprodução/TV Subaé.
Mas de 100 jumentos estão morrendo agora na Bahia com uma doença.

Uma doença metabólica sem cura e desenvolvida por causa dos maus-tratos já matou mais de 100 jumentos dos cerca de 800 encontrados há quase duas semanas em um confinamento ilegal, na zona rural de Canudos, no centro-norte da Bahia.
Com anuência do Ministério Público da Bahia, os animais estão há uma semana sob a tutela do Fórum Nacional de Proteção Animal, entidade que tem sede em São Paulo e da qual participam diversas ONGs de proteção aos direitos dos animais.
Com essas mortes, sobe para 300 o número de jumentos mortos na fazenda, onde dois chineses mantinham os animais para depois levá-los para o abate. Os orientais foram multados pela Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) em R$ 40 mil por realizar o transporte ilegal dos bichos.
Segundo a bióloga Patrícia Tatemoto, representante no Brasil da The Donkey Sanctuary, ONG britânica que atua de forma global na defesa dos jumentos, a doença que afeta os animais é conhecida como hiperlipemia e há risco de mais mortes.
“Os sinais clínicos são a prostração, e o animal vem a óbito”, disse a bióloga. “Os animais continuam morrendo em decorrência dos crimes de maus-tratos que sofreram quando estavam sob a responsabilidade dos antigos tutores”.
Por não ter cura, há previsão de que mais animais morram, mesmo eles já estando se alimentando. “Se não fosse a nossa intervenção, certamente a situação estaria muito pior devido a essa doença metabólica”, afirmou Patrícia.
A bióloga informou que a alimentação dos animais é fornecida de forma adequada e foi reorganizada com base nas recomendações de especialistas em nutrição de asininos da Universidade de São Paulo e da Universidade Federal da Bahia.
Ainda segundo ela, a água “não era o problema mais crítico, conforme atestaram veterinários e o proprietário da fazenda, mas ontem finalmente chegaram duas caixas d’água de mil litros cada, até que possamos construir bebedouros adequados de alvenaria”.
Para cuidar dos animais, a Frente Nacional de Proteção Animal está fazendo arrecadações por meio de doações. O curso mensal estimado para cuidar dos jumentos é de pelo menos R$ 50 mil.
Uma campanha é realizada na internet para arrecadar fundos e custear o arrendamento rural, empregados, alimentação, água, veterinários, castrações, remédios, vacinas, exames e transporte para adoções, as quais ocorrerão quando os animais estiverem bem de saúde.
O endereço para doação é https://www.catarse.me/salvem-os-jumentos. E quem tiver interesse em adotar um animal, pode entrar em contato com a Frente Nacional de Proteção Animal, por meio das redes sociais, para fazer o cadastro segundo o Correio da Bahia.



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