Violência toma conta da Ilha em Itaparica e Vera Cruz
Barra do Gil
Os últimos acontecimentos de violência nas Ilhas de Itaparica e Vera Cruz têm refletido na rotina não só dos moradores, como também na frequência de quem visita os locais para fazer turismo. O clima é de revolta e intolerância com os homicídios ocorridos nesta semana. O início de 2019 já tem três mortes na Ilha o que tem contribuído para o afastamento de turistas na região. Para fechar o ano de 2018, um jovem de 25 anos foi morto em Itaparica após uma discursão por causa de som alto. O crime aconteceu na região de Bom Despacho. O jovem que não teve a identidade divulgada viajou para Ilha para comemorar o Réveillon. Na primeira quarta-feira de janeiro, Adson Mendes Cruz, 24 anos, foi morto a tiros na Ilha de Barra do Gil, em Vera Cruz. O rapaz, que bebia na praia acompanhado de amigos, foi atacado por um atirador e morreu antes mesmo de ser socorrido. Conforme a Polícia Civil, algumas testemunhas do crime já foram ouvidas, mas não há, ainda, indícios da motivação ou da autoria do crime. Já neta última quinta-feira (4), mais uma pessoa foi morta em Barra do Gil. De acordo com informações, homens a bordo de uma motocicleta perseguiram a vítima que estava em outra moto e efetuou os disparos. Não resistindo aos ferimentos, o homem que não teve a identidade divulgada, morreu no local. O corpo foi removido para o IML. A Polícia Civil segue investigando os homicídios.
Informações Infosaj.
Doenças oculares externas crescem 20% no calor, alerta especialista
Água do mar ou piscina contaminada, abusar das lentes de contato em ambientes com ar condicionado e viagens aéreas prejudicam os olhos no verão. De acordo com o oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto, os prontuários médicos mostram que estas variáveis durante a estação aumentam em 20% as doenças oculares externas: conjuntivite, alergia, ceratite (inflamação da córnea) e olho seco.
Para cada uma o tratamento é diferenciado, embora tenham sintomas em comum: olhos vermelhos, lacrimejamento, coceira, sensação de corpo estranho, queimação, fotofobia e visão borrada. Todas as faixas etárias são afetadas, mas os riscos variam conforme a idade. E o oftalmologista alerta: o uso de colírio impróprio pode agravar estas doenças.
Queiroz afirma que entre crianças os fatores de risco mais frequentes são o hábito de ficar mais tempo na água e nadar de olhos abertos sem óculos de natação. Isso porque, o contato da mucosa ocular com o excesso ou falta de cloro nas piscinas e com a água contaminada do mar pode causar alergia ocular, ceratite, conjuntivite viral ou bacteriana. O médico explica que os casos de alergia são tratados com colírio anti-histamínico e compressas frias.
“A ceratite e a conjuntivite viral com colírio anti-inflamatório e compressas frias. Já a conjuntivite bacteriana provoca uma secreção amarelada e o tratamento é feito com colírio antibiótico e compressas quentes” pontua. Se entre crianças os maiores vilões no verão são a água do mar e piscina, o especialista afirma que entre adultos são o abuso de lentes de contato, o excesso de ar condicionado e as viagens aéreas longas.
Este três fatores aumentam o risco de contrair síndrome do olho seco que se não tiver tratamento adequado causa ceratite. Isso porque, explica, a córnea lente externa do olho se alimenta da lágrima. O ressecamento do filme lacrimal provoca a má oxigenação da córnea e acarreta sua inflamação, facilita a contaminação por microrganismos e a formação de úlceras.
A recomendação do médico é retirar as lentes de contato nas viagens aéreas com mais de 3 horas de duração porque o ar é mais rarefeito dentro dos aviões, evitar o abuso de ar condicionado e proteger os olhos com colírio lubrificante. As dicas de Queiroz Neto para prevenir a conjuntivite no verão seguem abaixo segundo informações do Bahia Notícias
Lavar as mãos com frequência.
Evitando o compartilhamento de equipamentos de informática, maquiagem, toalhas e fronhas.
Usar óculos de natação para praticar o esporte na praia ou piscina.
Projeto que congela repasses a municípios com perda populacional é sancionado
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) sancionou o Projeto de Lei Complementar 165 que congela os coeficientes de repartição do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Com isso, 56 cidades baianas, que registraram redução no número de habitantes em 2018, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), serão beneficiadas. A Bahia tem o maior número de cidades nessa situação.
A União dos Municípios da Bahia (UPB) trabalhou na articulação com o Congresso para garantir a aprovação da lei. "O apoio dos deputados e senadores foi fundamental, inclusive, nessa fase de negociação para a medida ser sancionada pelo presidente eleito, na noite de ontem", ressaltou o presidente da UPB, Eures Ribeiro (PSD) segundo o Bahia Notícias.
Ele intensificou suas idas a Brasília, formando uma frente com prefeitos para pressionar a aprovação do congelamento do FPM. O resultado do esforço é que esse foi o primeiro projeto sancionado Por Bolsonaro. "Na maioria dos casos, as perdas eram superiores a R$ 300 mil. Em um município de pequeno e médio porte, a regra como estava iria inviabilizar a gestão, o pagamento da folha e a prestação de serviços essenciais à população".
É o que explica Ribeiro. De acordo com a União dos Municípios da Bahia, a fixação dos índices de transferências do fundo permanece a mesma até que seja realizado um novo Censo Demográfico no Brasil, previsto para o ano de 2020 segundo informações do Bahia Notícias.
0 Comentários