Não deu para o Flu de Feira no Baiano de 2018
Flu de Feira dá adeus ao baiano ao perder para a equipe do Vitória em Feira de Santana
Nesta quarta-feira (7), o Vitória 2, o Fluminense de Feira 1, no Alberto Oliveira, e encerrou a primeira fase do Campeonato Baiano.
O técnico Vagner Mancini surpreendeu e usou praticamente todos os titulares, com exceção de Wallison Maia e Nickson. E foi justamente o meia, de 20 anos, que fez o primeiro gol que deu a vantagem para a próxima fase do Campeonato Baiano em 2018 em Feira de Santana,BA.
No Jóia da Princesa, o Flu de Feira enfrentou o líder do Campeonato Baiano em 2018,o Vitória da Capital Líder e com um orçamento bem maior do que os times do interior.
Mas quem saiu no placar foi o visitante que deixou seu primeiro Gol de cabeça, depois em uma falta, conseguiu vencer o goleiro Nunes que perdeu o tempo da bola,mesmo assim no segundo tempo o Touro chegou ao seu Gol de honra, mas já era atarde, no tempo de jogo.
O Flu de Feira ainda reclamou de um pênalti, após Rodolfo cobrar falta e, no rebote, a bola pegar no braço de Ramon. O árbitro mandou seguir. O Touro deu sinal de reação aos 33, quando Jó aproveitou rebote e diminuiu. Os donos da casa seguiram tentando, mas sem um meio eficiente e um ataquecom pouco chutes não deu para o Flu,que agora, só tem a série D.
Cada jogada, um rum da torcida, mas quem venceu foi o time de fora.
O Flu de Feira ainda reclamou de um pênalti, após Rodolfo cobrar falta e, no rebote, a bola pegar no braço de Ramon. O árbitro mandou seguir. O Touro deu sinal de reação aos 33, quando Jó aproveitou rebote e diminuiu. Os donos da casa seguiram tentando, mas sem um meio eficiente e um ataquecom pouco chutes não deu para o Flu,que agora, só tem a série D.
Agora, o Leão terá pela frente o Tremendão ou melhor o Bahia de Feira, que já venceu o Vitória em 2011, em uma partida inesquecível para a torcida de Feira de Santana,BA.
As semifinais ficaram assim:
Bahia e Juazeirense
Vitória e Bahia de Feira.
O Vitória , terá a vantagem de jogar por dois empates e fará o jogo de volta no Barradão na semifinal contra o Bahia de Feira - que avançou na 4ª posição após ganhar do Jacuipense por 1x0, em Alagoinhas. Os confrontos de ida e volta serão nos dias 18 e 25 de março. Na outra semi, Bahia e Juazeirense se enfrentam.
Bahia de Feira vence o Jacuipense na última rodada
Agora, jogar contra o Vitória em 2018
x 
Parecia difícil para o Tremendão, mas aconteceu. O objetivo nessa nona rodada foi bem claro: conquistar a vaga para a próxima fase. Para isso, além de ganhar seu jogo, o Bahia de Feira precisava da derrota do Flu de Feira diante o Vitória. Assim foi feito. O time tricolor bateu o Jacuipense, fora de casa por 1 a 0, com gol de Gil Baiano e chegou ao quarto lugar na competição, assim, assegurando sua vaga para a sequência do campeonato. Com o triunfo, o time de Feira somou os 17 pontos e ultrapassou o Touro do Sertão.
Agora a briga e pelo título de Campeão Baiano de 2018.
Na última rodada da fase classificatória, o Bahia de Feira conquistou sua vaga na próxima fase da competição ao bater o Jacuipense fora de casa por 3 a 1. O Jacobina, que lutava contra o rebaixamento, venceu seu jogo contra o Bode e escapou da segundona. O Altântico, por sua vez, teve sua sentença decretada ao perder para o Juazeirense por 3 a 1, em Pituaçu. E o Bahia venceu de goleada a equipe da ADJ o Jequié.
‘Tapa na cara’, diz vítima de estupro de ex-integrantes da New Hit sobre soltura
A soltura de oito ex-integrantes da banda New Hit um dia antes do Dia da Mulher, na quarta-feira-feira (7), foi considerado um “tapa na cara” por uma das jovens vítima de estupro coletivo cometido pelos acusados. O caso ocorreu na cidade baiana de Ruy Barbosa, em 2012. Eles foram beneficiados por um habeas corpus coletivo na terça-feira (6).
Em entrevista exclusiva ao G1, a vítima, que preferiu não se identificar, disse, nesta quinta-feira (8), que não esperava a decisão judicial que liberou cinco acusados do Complexo Penitenciário da Mata Escura, em Salvador, e outros três do Conjunto Penal de Feira de Santana, a cerca de 100 km de Salvador.
“A justiça deu um tapa na minha cara e na tapa de todas as mulheres na véspera do Dia da Mulher. A gente espera há cinco anos para a justiça acontecer e acabar esse clima de impunidade. A justiça prende eles apenas por cinco meses e solta para eles responderam ao crime de estupro em liberdade. Isso é um absurdo”, critica uma das jovens. A vítima relatou ao G1, que continua morando na Bahia, mas não detalhou local, por uma questão de segurança.
A amiga dela, que também foi alvo do estupro coletivo deixou o estado logo após o crime. O local onde vive também não foi divulgado. A jovem afirmou que a liberação dos oito acusados deixa uma sensação de insegurança, porque ela não sabe o que esperar. “Medo eu não tenho, porque eu tenho Deus comigo, então não tem como ter medo dos homens da Terra. Mas deixa um clima de insegurança, porque a gente não sabe o que esperar. A gente vive com insegurança e ficou muito insegura com o habeas corpus deles”, lamentou.
A jovem criticou ainda a declaração de um dos acusados ao deixar o presídio em Salvador, Alan Aragão, que afirmou que "a verdade vai aparecer, Deus é justo e nós respeitamos as mulheres". “É ridículo ele dizer que eles respeitam as mulheres. Por eles sempre estarem batendo nessa tecla de que a verdade vai aparecer, a verdade já apareceu desde o nosso primeiro depoimento, então não tem outra verdade”, defende a vítima.
Ela conta que, seis anos após o estupro coletivo, ainda sofre os efeitos do crime cotidianamente. “Seis anos para as pessoas parece muito tempo, mas para a gente foi pouco. A gente não conseguiu retomar nossa vida. Para a gente é tudo mais difícil. A sociedade vê a gente com algum problema”, relata. Ela afirma que teve dificuldade de continuar os estudos porque ouvia piadas dos colegas e teve que abandonar as aulas, o que prejudicou a busca por um emprego.
Ela conta só ter retomado as aulas há pouco tempo, mas que ainda sente dificuldade de estar em uma sala em que a maioria dos alunos é homem. A jovem relata que as piadas de mal gosto relacionadas ao caso acompanham ela até hoje, inclusive ouviu algumas a caminho da igreja há pouco tempo.
“Um dia desses, vindo da igreja, indo para minha casa, tinha um grupo de meninos que começou a cantar a letra de uma música de New Hit. Eu pensei: ‘Meu Deus, seis anos passaram e parece que não muda nada”, conta. Ela diz que tem a impressão de que a sociedade inverte os papéis e culpam as jovens pelo crime. “Parece que os papéis são invertidos, parece que a gente é estuprador e a vítima são eles. A gente é excluída da sociedade”, lamenta.

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