Isaías 61 O espirito do meu Pai Estais sobre mim Conselho de Ética remarca para quarta-feira votação sobre Cunha só Deus para livra-lo disse Jackson fane, o amigo do povo da cidade. Com 21 homicídios registrados em novembro, estatística aponta nova redução de crimes em Feira de santana-Bahia, nossa terrinha virou terra de ninguém.TV FEIRA SHOW COM JACKSON FANE O AMIGO LEGAL
A Polícia Civil registrou 21 homicídios no mês de novembro deste ano e apontou redução com relação a igual período de 2014 em Feira de Santana, quando 28 crimes foram cometidos.
De acordo com a estatística do Blog Central de Polícia, foram registrados 21 homicídios, sendo que 20 foram cometidos com o uso de arma de fogo e uma pessoa foi morta por espancamento. No mês passado também foi registrado um auto de resistência (troca de tiros com a polícia).
A estatística revela ainda que todas as vítimas foram do sexo masculino, sendo dois menores de idade.
São 253 homicídios registrados de 1º de janeiro a 30 de novembro deste ano. No mesmo período do ano passado foram registrados 320 homicídios.
MOTOS
Pelo menos sete dos crimes foram cometidos por homens que estavam utilizando motocicleta.
Crimes ocorridos no mês de Novembro, nos últimos anos:
2015 - 21 homicídios
2014 - 28
2013 - 25
2012 - 44
2011 - 43
2010 - 30
2009 - 29
2008 - 16
2007 - 25
HOMICÍDIOS COMETIDOS EM 2015
Janeiro - 30 homicídios
Fevereiro - 21
Marco - 27
Abril - 34
Maio- 11
Junho- 23
Julho - 17
Agosto - 20
Setembro -17
Outubro - 31
Novembro - 21
LOCAIS DOS CRIMES
Centro - 3 homicídios
Santa Mônica - 2
Três Riachos, Novo Horizonte, São João, Liberdade, Aviário, SIM, Parque Tamandarí, Papagaio, Rua Nova, Mangabeira, Campo Limpo, Brasília, Expansão Feira IX - 1 homicídio cada.
ZONA RURAL
Humildes, Governador João Durval (Ipuaçu) e Bonfim de Feira - 1 homicídio cada.
Conselho de Ética remarca para quarta-feira votação sobre Cunha só Deus para livra-lo disse Jackson fane, o amigo do povo da cidade.
O deputado Wellington Roberto (PR-PB), que apóia o presidente da Câmara, apresentou um voto em separado no qual opina pela inadmissibilidade do processo contra o peemedebista e sugere como pena uma censura pública, alegando que Cunha, ao negar durante depoimento na CPI da Petrobras que não possuía contas no exterior, não mentiu, mas faltou com "a responsabilidade do cuidado nas suas declarações, exigindo o compromisso com a sua exatidão maior do que a demandada dos demais 512 deputados".
O presidente do Conselho de Ética, José Carlos Araújo (PSD-BA), disse que, embora Wellington Roberto pudesse apresentar um voto em separado, ele não será votado. Ele apenas será considerado caso o relatório de Pinatto seja derrotado.
QUEM CHEGOU PRIMEIRO
O Conselho passou mais de uma hora debatendo sobre quem chegou primeiro: o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), cujo voto é declarado contra o presidente da Câmara , ou Sérgio Moraes (PTB-RS), que tende a votar para salvar Cunha. Aliados de Cunha acusaram o deputado do DEM, suplente no conselho, por supostamente ter “furado a fila” na hora de registrar presença no colegiado. A tropa de choque do peemedebista questiona o fato de Lorenzoni ter se antecipado e ter deixado de fora o deputado Sérgio Moraes (PTB-RS). Como são suplentes, eles só votam caso Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), titular da vaga, não compareça. Como são do mesmo grupo, tem direito a voto quem registra primeiro a presença.
— Eu queria ser um dos primeiros suplentes, porque quero votar a favor da continuidade do processo. Há um trabalho aqui sendo construído para evitar que o relatório do Fausto Pinato seja acolhido e possa continuar a investigação dentro do Conselho de Ética — afirmou Onyz Lorenzoni.
O deputado Sérgio Moraes reagiu aos gritos e se levantou da sua cadeira:
— Vossa excelência está faltando com a verdade. Seja homem! É um mentiroso! Quer dar uma de malandro Onyx respondeu então:
— Tem gente que se comprometeu a entregar alguma coisa e talvez não possa entregar.
Sérgio Moraes se exaltou:
— Entregar o que? Seja homem e diga o que eu vou entregar! — disse, aos gritos.
Depois da confusão, o presidente do Conselho anunciou um método de registro para a próxima sessão que provocou polêmica entre alguns deputados. Araújo disse que no dia de amanhã, a ordem será só abrir a sala da sessão para que os deputados suplentes possam dar presença, depois que verificar que todos os computadores estão em funcionamento.
‘DELAÇÕES TORTURADAS’
O advogado Marcelo Nobre argumentou que o presidente da Câmara não declarou os valores que têm em trusts no exterior, porque “a lei não obriga”. Marcelo Nobre disse ainda que a representação do PSOL e da Rede pela cassação do mandato de Cunha foi feita com base em “delações torturadas”.
– Sustentam a representação em cima de duas delações torturadas, e delações torturadas não fazem prova de nada – contestou o advogado.
– A imputação na representação diz respeito à omissão de um valor tido num trust do meu cliente. Não existe lei brasileira que obrigue qualquer cidadão brasileiro a declarar em seu Imposto de Renda esses valores nas formas como o deputado Eduardo Cunha tem. Estão querendo que meu cliente faça algo que a lei não obriga – disse Nobre, completando:
– Meu cliente não omitiu em sua declaração de renda, porque não há lei que obrigue. Meu cliente não mentiu à CPI. Tenho certeza que depois desse processo a Receita Federal fará instrução normativa sobre Eduardo Cunha, mas isso ainda não existe – ironizou.
O advogado de Cunha disse ainda que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, respondeu a uma pergunta “evasiva”, porque não interessaria esclarecer, quando questionado pelo PSOL a respeito da existência de contas de Cunha e de seus familiares no exterior. Marcelo Nobre afirmou que familiares de Cunha teriam contas no exterior, mas que não são eles que estão sendo julgados:
– Fica claro para a defesa que a pergunta se o deputado Cunha possui conta no exterior deixou de ser feita, porque a resposta era uma só: que não. Incluíram na pergunta seus familiares. Todos sabem, está na imprensa, um familiar possui. Os familiares não estão aqui se defendendo. Estamos falando de um deputado que não possui conta corrente no exterior. A pergunta foi evasiva, porque não interessa seu esclarecimento – disse Marcelo Nobre.
– Nunca, jamais podemos admitir que a denúncia possa servir como prova, sem o devido processo legal. Pode uma denúncia do MP servir de prova? Ela prova algo? Reconheceremos que denúncia do MP faz prova? – questionou o advogado.
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